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    <title>Brasil Escola - Atualizações Recentes</title>
    <link>http://www.brasilescola.com</link>
    <description>Brasil Escola</description>
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      <title>Brasil Escola - Atualizações Recentes</title>
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      <title>Primavera de Praga</title>
      <link>http://www.brasilescola.com/historiag/primavera-praga.htm</link>
      <pubDate>2009-01-06 18:54:15</pubDate>
      <description>&#13;
Alexander Dubcek e os conflitos que tomaram a cidade de Praga.&#13;
&#13;
&#13;
&#13;
Ap&amp;oacute;s a Segunda Guerra Mundial, o estabelecimento da ordem bipolar pretendia colocar o mundo sob os ditames de dois projetos hegem&amp;ocirc;nicos concorrentes entre si. No entanto, o desenvolvimento desses regimes ao redor do mundo acabou mostrando que as a&amp;ccedil;&amp;otilde;es ordenadoras capitalistas e socialistas n&amp;atilde;o conseguiriam suplantar as demandas das futuras gera&amp;ccedil;&amp;otilde;es. Um exemplo do fracasso dessas ideologias totalizantes aconteceu em 1968, quando a Tchecoslov&amp;aacute;quia apontou para uma nova dire&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&#13;
&#13;
Apesar de estar alinhado &amp;agrave;s diretrizes do bloco socialista, os dirigentes tchecos come&amp;ccedil;ariam a empreender reformas que iriam contra a rigidez recomendada pelos sovi&amp;eacute;ticos. Um novo grupo de intelectuais comunistas, representados pelo novo Secret&amp;aacute;rio-geral do Partido Comunista Tcheco, Alexander Dubcek, pretendia dar uma &amp;ldquo;face mais humana&amp;rdq[...]</description>
    </item>
    <item>
      <guid>11061</guid>
      <title>Câmaras Municipais </title>
      <link>http://www.brasilescola.com/historiab/camaras-municipais.htm</link>
      <pubDate>2009-01-06 16:32:52</pubDate>
      <description>&#13;
C&amp;acirc;maras Municipais: a representa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos interesses das elites locais e da metr&amp;oacute;pole no ambiente colonial.&#13;
No processo de organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o das a&amp;ccedil;&amp;otilde;es pol&amp;iacute;tico-administrativas do espa&amp;ccedil;o colonial brasileiro, havia grandes dificuldades para regulamentar e resolver as quest&amp;otilde;es ocorridas nos v&amp;aacute;rios centros urbanos da &amp;eacute;poca. Com isso, a Coroa Portuguesa permitia a organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de &amp;oacute;rg&amp;atilde;os que viessem a responder os problemas locais que estariam fora de seu alcance. Entre estas institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es de natureza administrativa, havia especial destaque para as c&amp;acirc;maras municipais. &#13;
&#13;
As c&amp;acirc;maras municipais tinham o poder de decidir diversas quest&amp;otilde;es referentes aos cuidados e medidas dirigidas a uma determinada regi&amp;atilde;o. De forma geral, uma c&amp;acirc;mara municipal tinha a incumb&amp;ecirc;ncia de controlar as rendas e gastos da administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o p&amp;uacute[...]</description>
    </item>
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      <guid>11060</guid>
      <title>Absolutismo Francês </title>
      <link>http://www.brasilescola.com/historiag/absolutismo-frances.htm</link>
      <pubDate>2009-01-06 16:26:25</pubDate>
      <description>&#13;
&amp;rdquo;O Estado sou eu&amp;rdquo;: Luis XIV sintetiza a consolida&amp;ccedil;&amp;atilde;o do absolutismo na Fran&amp;ccedil;a. &#13;
Durante a Idade Moderna, o Estado Franc&amp;ecirc;s foi considerado um dos mais bem consolidados exemplos do absolutismo dentro da Europa. Contudo, a centraliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o pol&amp;iacute;tica francesa aconteceu de forma gradual, sendo iniciada no s&amp;eacute;culo X, com a ascens&amp;atilde;o da dinastia capet&amp;iacute;ngia. No final da Idade M&amp;eacute;dia esse processo foi amea&amp;ccedil;ado com as guerras que colocavam em perigo a unidade pol&amp;iacute;tica do pa&amp;iacute;s com a deflagra&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Guerra dos Cem Anos. &#13;
&#13;
Chegado o s&amp;eacute;culo XVI, a dinastia Valois retomou o fortalecimento da autoridade mon&amp;aacute;rquica em meio &amp;agrave;s sangrentas guerras religiosas que tomavam o pa&amp;iacute;s. No governo do rei Carlos IX (1560 - 1574), v&amp;aacute;rios conflitos entre a nobreza cat&amp;oacute;lica e os burgueses calvinistas colocaram em risco a estabilidade do poder mon&amp;aacute;rquic[...]</description>
    </item>
    <item>
      <guid>11059</guid>
      <title>Cinema Novo </title>
      <link>http://www.brasilescola.com/historiab/cinema-novo.htm</link>
      <pubDate>2009-01-06 16:23:17</pubDate>
      <description>&#13;
&amp;rdquo;Deus e o Diabo na Terra do Sol&amp;rdquo; e &amp;ldquo;Macuna&amp;iacute;ma&amp;rdquo;: dois momentos distintos do Cinema Novo. &#13;
Durante a d&amp;eacute;cada de 1950, a ind&amp;uacute;stria cultural brasileira sofria com diversos entraves que impediam a realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de produ&amp;ccedil;&amp;otilde;es cinematogr&amp;aacute;ficas e, conseq&amp;uuml;entemente, a produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de obras com grande qualidade t&amp;eacute;cnica. Um pouco antes dessa &amp;eacute;poca, a ind&amp;uacute;stria cinematogr&amp;aacute;fica paulista viveu uma pequena fase de ascens&amp;atilde;o incapaz de consolidar a &amp;ldquo;s&amp;eacute;tima arte&amp;rdquo; no Brasil. Dessa forma, jovens intelectuais e artistas passaram a discutir um novo rumo para o cinema nacional. &#13;
&#13;
A primeira importante manifesta&amp;ccedil;&amp;atilde;o desse sentimento de mudan&amp;ccedil;a aconteceu em 1952, com a organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do I Congresso Paulista de Cinema Brasileiro. Nesse encontro, al&amp;eacute;m de pensarem sobre alternativas para a incipi&amp;ecirc;ncia da arte cinematogr&amp;aac[...]</description>
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      <guid>11058</guid>
      <title>Evidências da evolução biológica</title>
      <link>http://www.brasilescola.com/biologia/evidencias-evolucao-biologica.htm</link>
      <pubDate>2009-01-06 14:58:21</pubDate>
      <description>&#13;
Pata dianteira de um eq&amp;uuml;ino, bra&amp;ccedil;o humano, nadadeira peitoral de um mam&amp;iacute;fero e asa de uma ave: homologias&#13;
&#13;
No mundo cient&amp;iacute;fico, as hip&amp;oacute;teses s&amp;atilde;o elaboradas como respostas para determinadas perguntas acerca de um fen&amp;ocirc;meno espec&amp;iacute;fico. Quando uma hip&amp;oacute;tese &amp;eacute; confirmada diversas vezes, por experimenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es e/ou um conjunto de evid&amp;ecirc;ncias, ela tem grandes chances de se tornar uma teoria. &#13;
&#13;
Assim, a Teoria da Evolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o re&amp;uacute;ne uma s&amp;eacute;rie de evid&amp;ecirc;ncias e provas que a faz ser irrefut&amp;aacute;vel at&amp;eacute; o presente momento: &#13;
&#13;
A primeira evid&amp;ecirc;ncia se refere aos registros f&amp;oacute;sseis, sendo uma prova consistente de que nosso planeta j&amp;aacute; abrigou esp&amp;eacute;cies diferentes das que existem hoje. Estes registros s&amp;atilde;o uma forte evid&amp;ecirc;ncia da evolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o porque podem nos fornecer ind&amp;iacute;cios de parentesco entre estes e os seres viventes atu[...]</description>
    </item>
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      <title>Auxinas</title>
      <link>http://www.brasilescola.com/biologia/auxinas.htm</link>
      <pubDate>2009-01-06 14:46:12</pubDate>
      <description>&#13;
O geotropismo &amp;eacute; um evento que ocorre gra&amp;ccedil;as &amp;agrave; a&amp;ccedil;&amp;atilde;o das auxinas&#13;
Os horm&amp;ocirc;nios vegetais &amp;ndash; fitorm&amp;ocirc;nios - auxiliam no crescimento e desenvolvimento da planta. S&amp;atilde;o produzidos em regi&amp;otilde;es espec&amp;iacute;ficas, migram para as regi&amp;otilde;es onde suas presen&amp;ccedil;as s&amp;atilde;o necess&amp;aacute;rias e atuam sobre determinadas c&amp;eacute;lulas: as c&amp;eacute;lulas-alvo. Os fitorm&amp;ocirc;nios s&amp;atilde;o produzidos no caule, folhas jovens, frutos e sementes em desenvolvimento. &#13;
&#13;
As auxinas s&amp;atilde;o horm&amp;ocirc;nios vegetais que controlam os movimentos das plantas em resposta &amp;agrave; luz (fototropismo). Quando uma planta &amp;eacute; iluminada de um &amp;uacute;nico lado, as auxinas migram para a regi&amp;atilde;o menos iluminada, causando um alongamento celular que tem como conseq&amp;uuml;&amp;ecirc;ncia a planta se curvando em dire&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; fonte de luz: &#13;
&#13;
&amp;nbsp;&#13;
Denominamos fototropismo positivo quando a planta se volta para a luz,[...]</description>
    </item>
    <item>
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      <title>Guerras Guaraníticas</title>
      <link>http://www.brasilescola.com/historiab/guerras-guaraniticas.htm</link>
      <pubDate>2009-01-06 13:46:51</pubDate>
      <description>&#13;
A regi&amp;atilde;o de Sete Povos das Miss&amp;otilde;es foi palco de uma sangrenta guerra entre colonizadores e ind&amp;iacute;genas.&#13;
&#13;
&#13;
&#13;
Durante o per&amp;iacute;odo colonial, diversos conflitos entre colonizadores e padres jesu&amp;iacute;tas tiveram lugar nas disputas ocorridas no territ&amp;oacute;rio brasileiro. Na maioria das vezes, essas disputas aconteciam em torno da escraviza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da m&amp;atilde;o-de-obra ind&amp;iacute;gena. Muitos colonos desprovidos da oferta ou de recursos financeiros para a compra de escravos africanos buscavam na m&amp;atilde;o-de-obra ind&amp;iacute;gena uma op&amp;ccedil;&amp;atilde;o mais acess&amp;iacute;vel e de menor custo.&#13;
&#13;
Em algumas situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es, esses colonos tinham interesse em fazer uso dos ind&amp;iacute;genas agrupados nas redu&amp;ccedil;&amp;otilde;es jesu&amp;iacute;tas, pois estes estavam adaptados &amp;agrave; rotina de trabalho di&amp;aacute;rio estabelecida pelos pr&amp;oacute;prios padres e partilhavam uma mesma l&amp;iacute;ngua ou religi&amp;atilde;o dos colonizadores. Naturalmente, e[...]</description>
    </item>
    <item>
      <guid>11055</guid>
      <title>Intentona Integralista</title>
      <link>http://www.brasilescola.com/historiab/intentona-integralista.htm</link>
      <pubDate>2009-01-06 13:41:06</pubDate>
      <description>&#13;
Os integralistas se voltaram contra o Estado Novo ap&amp;oacute;s perceberem sua exclus&amp;atilde;o do regime varguista.&#13;
&#13;
&#13;
&#13;
Seguindo os pontos estabelecidos pela Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 1934, o governo de Get&amp;uacute;lio Vargas deveria restabelecer o regime democr&amp;aacute;tico com a convoca&amp;ccedil;&amp;atilde;o das elei&amp;ccedil;&amp;otilde;es presidenciais para 1937. Nesse per&amp;iacute;odo dois movimentos pol&amp;iacute;ticos surgiram no pa&amp;iacute;s oferecendo propostas de car&amp;aacute;ter distinto: a Alian&amp;ccedil;a Nacional Libertadora &amp;ndash; inspirada nos ditames do pensamento pol&amp;iacute;tico comunista; e a A&amp;ccedil;&amp;atilde;o Integralista Brasileira &amp;ndash; movimento nacionalista influenciado pelo ide&amp;aacute;rio nazi-fascista.&#13;
&#13;
A rearticula&amp;ccedil;&amp;atilde;o do cen&amp;aacute;rio pol&amp;iacute;tico nacional expresso por esses dois movimentos dava fim ao v&amp;aacute;cuo ideol&amp;oacute;gico que permitiu a deflagra&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Revolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 1930. No caso dos aliancistas, o discurso de natu[...]</description>
    </item>
    <item>
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      <title>Ostracismo</title>
      <link>http://www.brasilescola.com/historiag/ostracismo.htm</link>
      <pubDate>2009-01-06 13:34:38</pubDate>
      <description>&#13;
O ostracismo promovia o banimento daqueles que amea&amp;ccedil;avam a ordem democr&amp;aacute;tica ateniense.&#13;
&#13;
&#13;
&#13;
Em Atenas, o processo de instala&amp;ccedil;&amp;atilde;o da democracia contou com uma grande agita&amp;ccedil;&amp;atilde;o pol&amp;iacute;tica protagonizada por membros da aristocracia que se negavam a perder seus privil&amp;eacute;gios. No in&amp;iacute;cio do s&amp;eacute;culo VI a.C., o legislador S&amp;oacute;lon ampliou o direito de participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o pol&amp;iacute;tica da popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o instituindo um sistema que dividia os cidad&amp;atilde;os em quatro faixas de natureza econ&amp;ocirc;mica e a participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos mesmos na Ecl&amp;eacute;sia, um &amp;oacute;rg&amp;atilde;o de natureza deliberativa do governo ateniense.&#13;
&#13;
Com o passar do tempo, o antagonismo entre os diferentes grupos sociais que passariam a figurar o cen&amp;aacute;rio pol&amp;iacute;tico ateniense abriu portas para as tiranias. Estes eram governos impostos pela for&amp;ccedil;a do golpe, onde um &amp;uacute;nico l&amp;iacute;der tinha amplos podere[...]</description>
    </item>
    <item>
      <guid>11053</guid>
      <title>Satélite em Órbita</title>
      <link>http://www.brasilescola.com/fisica/satelite-orbita.htm</link>
      <pubDate>2009-01-06 07:55:20</pubDate>
      <description>&#13;
Sat&amp;eacute;lite em &amp;oacute;rbita&#13;
Podemos definir sat&amp;eacute;lite como sendo um objeto que fica ao redor de um planeta descrevendo trajet&amp;oacute;rias el&amp;iacute;pticas ou circulares. A lua &amp;eacute; um sat&amp;eacute;lite natural, mas tamb&amp;eacute;m existem os sat&amp;eacute;lites artificiais, os quais s&amp;atilde;o feitos pelo homem. Os sat&amp;eacute;lites artificiais s&amp;atilde;o produzidos para executar fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es espec&amp;iacute;ficas, sendo assim, n&amp;atilde;o s&amp;atilde;o produzidos em massa. &#13;
&#13;
Colocar um sat&amp;eacute;lite em &amp;oacute;rbita &amp;eacute; um fato relativamente recente, mas j&amp;aacute; no s&amp;eacute;culo XVII , Isaac Newton tinha a no&amp;ccedil;&amp;atilde;o de como colocar um objeto em &amp;oacute;rbita ao redor da Terra, por&amp;eacute;m, n&amp;atilde;o tinha em m&amp;atilde;os os equipamentos necess&amp;aacute;rios para realizar tal feito. Atualmente, colocar um equipamento desses ao redor de um planeta &amp;eacute; uma tarefa relativamente f&amp;aacute;cil em raz&amp;atilde;o dos equipamentos utilizados. &#13;
&#13;
O sat&amp;eacute;[...]</description>
    </item>
    <item>
      <guid>11052</guid>
      <title>Mudando de Escola </title>
      <link>http://www.brasilescola.com/educacao/mudando-escola.htm</link>
      <pubDate>2009-01-06 07:52:15</pubDate>
      <description>Com a chegada do final do ano alguns estudantes precisam trocar de escola, seja por motivo de mudan&amp;ccedil;a para outros bairros ou cidades, seja por terem passado para uma s&amp;eacute;rie que n&amp;atilde;o faz parte da grade curricular da escola em que estava, ou at&amp;eacute; mesmo por insatisfa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de seus pais.&#13;
Muitas vezes essas mudan&amp;ccedil;as contrariam os alunos, pois juntamente com ela acontecem fatores que devem ser levados em considera&amp;ccedil;&amp;atilde;o pelos pais, bem como por toda a equipe da nova escola, como: a perda do contato social com um grupo em que este era bem aceito, a mudan&amp;ccedil;a de professores, a metodologia da escola, os hor&amp;aacute;rios das aulas e outros.&#13;
Para o estudante alguns desses fatores podem se tornar um problema, principalmente o de n&amp;atilde;o ser bem aceito pelo novo grupo. &amp;Eacute; importante que os pais busquem informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es com os filhos, de como tem sido o novo contato, para tentar amenizar as ansiedades dos mesmos.&#13;
Em caso [...]</description>
    </item>
    <item>
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      <title>O Fenômeno da Interferência</title>
      <link>http://www.brasilescola.com/fisica/o-fenomeno-interferencia.htm</link>
      <pubDate>2009-01-06 07:50:43</pubDate>
      <description>&#13;
Interfer&amp;ecirc;ncia sobre a superf&amp;iacute;cie de um l&amp;iacute;quido&#13;
Quando dois pequenos objetos, como duas pequenas pedras, por exemplo, batem sobre a superf&amp;iacute;cie de um l&amp;iacute;quido, um rio, ondas circulares se propagar&amp;atilde;o sobre esta superf&amp;iacute;cie. Supondo que as ondas formadas possuam mesma freq&amp;uuml;&amp;ecirc;ncia, mesmo comprimento de onda e que as fontes possuam diferen&amp;ccedil;a de fase constante, existe um dado instante no qual ocorre a intercepta&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos pulsos das ondas, ocorrendo, dessa forma, a interfer&amp;ecirc;ncia que &amp;eacute; o fen&amp;ocirc;meno que representa a superposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de duas ou mais ondas em um mesmo ponto. Esse acontecimento ocorre de acordo com o princ&amp;iacute;pio da superposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de ondas, e pode ser classificado em interfer&amp;ecirc;ncia construtiva e interfer&amp;ecirc;ncia destrutiva. &#13;
&#13;
&amp;bull; Interfer&amp;ecirc;ncia destrutiva &amp;ndash; ocorre quando as ondas n&amp;atilde;o tem a mesma fase e possui car&amp;aacute;ter de aniqu[...]</description>
    </item>
    <item>
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      <title>Máquinas Hidráulicas: a Aplicação do Princípio de Pascal</title>
      <link>http://www.brasilescola.com/fisica/maquinas-hidraulicas-aplicacao-principio-pascal.htm</link>
      <pubDate>2009-01-06 07:44:32</pubDate>
      <description>&#13;
Esquema de um elevador hidr&amp;aacute;ulico&#13;
As m&amp;aacute;quinas hidr&amp;aacute;ulicas s&amp;atilde;o instrumentos capazes de multiplicar for&amp;ccedil;as que est&amp;atilde;o presentes em nosso cotidiano. Elas est&amp;atilde;o nos shopping centers, nos ve&amp;iacute;culos automotivos e nos postos de gasolina, por exemplo. Apesar das diferentes aplica&amp;ccedil;&amp;otilde;es, todas as m&amp;aacute;quinas hidr&amp;aacute;ulicas t&amp;ecirc;m em comum a possibilidade de serem explicadas a partir do princ&amp;iacute;pio de Pascal. &#13;
&#13;
O princ&amp;iacute;pio de Pascal foi enunciado pelo famoso f&amp;iacute;sico e matem&amp;aacute;tico Blaise Pascal, o qual por meio de experimentos com l&amp;iacute;quidos constatou que o aumento de press&amp;atilde;o em um ponto do l&amp;iacute;quido &amp;eacute; igual ao aumento provocado em outro ponto. Pascal enunciou esse fato da seguinte forma: &amp;ldquo;o acr&amp;eacute;scimo de press&amp;atilde;o, em um ponto de l&amp;iacute;quido em equil&amp;iacute;brio, transmite-se integralmente a todos os pontos deste l&amp;iacute;quido&amp;rdquo;. Esse &amp;eacute[...]</description>
    </item>
    <item>
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      <title>Imitação</title>
      <link>http://www.brasilescola.com/educacao/imitacao.htm</link>
      <pubDate>2009-01-06 07:43:07</pubDate>
      <description>Por volta dos tr&amp;ecirc;s, quatro anos de idade &amp;eacute; comum que as crian&amp;ccedil;as imitem irm&amp;atilde;os, primos ou amigos durante as brincadeiras, o que &amp;eacute; normal.&#13;
Isso acontece porque a crian&amp;ccedil;a come&amp;ccedil;a a identificar, a perceber que as pessoas s&amp;atilde;o diferentes.&#13;
Para formar a sua identidade passa ent&amp;atilde;o a experimentar novas emo&amp;ccedil;&amp;otilde;es, sensa&amp;ccedil;&amp;otilde;es, buscando reconhecer aquilo que gosta e o que n&amp;atilde;o gosta.&#13;
Durante toda a vida nos baseamos em outras pessoas, fatos ou coisas, seguindo exemplos, buscando refer&amp;ecirc;ncias que v&amp;atilde;o ao encontro de nossos objetivos. Com crian&amp;ccedil;as e jovens isso tamb&amp;eacute;m acontece, por&amp;eacute;m, de forma mais evidente.&#13;
&amp;Eacute; normal gostarmos de uma roupa que algu&amp;eacute;m aparece na televis&amp;atilde;o e comprarmos uma parecida. Modelos de salas, quartos, varandas, cabelos, maquiagens, carros, enfim, uma s&amp;eacute;rie de coisas que usamos s&amp;atilde;o copiados de algum lugar, como refer[...]</description>
    </item>
    <item>
      <guid>11048</guid>
      <title>A Experiência de Young</title>
      <link>http://www.brasilescola.com/fisica/a-experiencia-young.htm</link>
      <pubDate>2009-01-06 07:39:59</pubDate>
      <description>&#13;
Esquema da experi&amp;ecirc;ncia de Young.&#13;
Isaac Newton, o autor das leis que explica as causas e efeitos dos movimentos, acreditava que a luz era formada por corp&amp;uacute;sculos, e que os principais fen&amp;ocirc;menos &amp;oacute;ticos podiam ser explicados utilizando-se a teoria corpuscular. Christiaan Huygens era contr&amp;aacute;rio &amp;agrave; vis&amp;atilde;o que Newton tinha. Ele defendia a teoria ondulat&amp;oacute;ria, no entanto, a teoria de Newton prevaleceu por s&amp;eacute;culos em raz&amp;atilde;o da sua autoridade cient&amp;iacute;fica. Foi s&amp;oacute; no in&amp;iacute;cio do s&amp;eacute;culo XIX que Thomas Young realizou um experimento e resolveu a quest&amp;atilde;o favor&amp;aacute;vel a Huygens. &#13;
&#13;
A primeira demonstra&amp;ccedil;&amp;atilde;o experimental de que a luz &amp;eacute; uma onda foi realizada no ano de 1801 pelo m&amp;eacute;dico, cientista e f&amp;iacute;sico ingl&amp;ecirc;s Thomas Young. Ele se interessou pelo estudo dos fen&amp;ocirc;menos luminosos e foi o primeiro a propor que as ondas luminosas s&amp;atilde;o transversais e n&amp;atil[...]</description>
    </item>
    <item>
      <guid>11047</guid>
      <title>Desemprego  compartilhar ou não com os filhos? </title>
      <link>http://www.brasilescola.com/educacao/desempregocompartilhar-ou-nao-com-os-filhos.htm</link>
      <pubDate>2009-01-06 07:31:09</pubDate>
      <description>Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o come&amp;ccedil;a sempre em casa. Quem nunca ouviu essa frase t&amp;atilde;o conhecida? Este &amp;eacute; um dos mais coerentes ditos populares, pois crian&amp;ccedil;as e adolescentes bem educados, que recebem informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es dentro de casa e que s&amp;atilde;o cobrados de suas responsabilidades, crescem sabendo enfrentar os medos, as ang&amp;uacute;stias e as vit&amp;oacute;rias que a vida nos apresenta a cada dia.&#13;
Com o mundo moderno, a chegada da tecnologia e o desenvolvimento da mesma, al&amp;eacute;m das mudan&amp;ccedil;as nos valores que a sociedade imp&amp;otilde;e, temos visto que o consumismo desenfreado tem aumentado muito.&#13;
Jovens e crian&amp;ccedil;as s&amp;atilde;o incentivados pela m&amp;iacute;dia a adquirir jogos, brinquedos, roupas, sapatos, artigos de luxo, al&amp;eacute;m dos tecnol&amp;oacute;gicos, como: mp3, mp4, mp5, celulares, ipoods, videogames, minigames, dentre v&amp;aacute;rios outros que, aparentemente, s&amp;atilde;o inofensivos, mas que n&amp;atilde;o acrescentam muito para a boa forma&amp;cced[...]</description>
    </item>
    <item>
      <guid>11046</guid>
      <title>A Dispersão da Luz Branca</title>
      <link>http://www.brasilescola.com/fisica/a-dispersao-luz-branca.htm</link>
      <pubDate>2009-01-06 07:28:15</pubDate>
      <description>&#13;
Decomposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o da luz no prisma&#13;
A dispers&amp;atilde;o &amp;eacute; um fen&amp;ocirc;meno &amp;oacute;ptico que consiste na separa&amp;ccedil;&amp;atilde;o da luz branca, ou seja, separa&amp;ccedil;&amp;atilde;o da luz solar em v&amp;aacute;rias cores, cada qual com uma freq&amp;uuml;&amp;ecirc;ncia diferente. Esse fen&amp;ocirc;meno pode ser observado em um prisma de vidro, por exemplo. O c&amp;eacute;lebre f&amp;iacute;sico e matem&amp;aacute;tico, Isaac Newton, observou esse fen&amp;ocirc;meno e no ano de 1672 publicou um trabalho, no qual apresentava suas id&amp;eacute;ias sobre a natureza das cores. A interpreta&amp;ccedil;&amp;atilde;o sobre a dispers&amp;atilde;o da luz e a natureza das cores, dada por Isaac Newton, &amp;eacute; aceita at&amp;eacute; hoje, fato esse que n&amp;atilde;o ocorreu com o modelo corpuscular da luz elaborado por esse mesmo cientista. &#13;
&#13;
Esse fen&amp;ocirc;meno ocorre em raz&amp;atilde;o da depend&amp;ecirc;ncia da velocidade da onda com a sua freq&amp;uuml;&amp;ecirc;ncia. Quando a luz se propaga e muda de um meio para outro de desigual densidade,[...]</description>
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      <title>A Cor e a Freqüência da Luz</title>
      <link>http://www.brasilescola.com/fisica/a-cor-frequencia-luz.htm</link>
      <pubDate>2009-01-06 07:19:39</pubDate>
      <description>Os experimentos realizados por Young foram feitos ao ar livre, sendo assim, os comprimentos de onda correspondem &amp;agrave; luz se propagando neste meio. Sabemos que a velocidade da luz no ar &amp;eacute; igual a 3,0 x 108 m/s, logo, podemos utilizar a equa&amp;ccedil;&amp;atilde;o que relaciona freq&amp;uuml;&amp;ecirc;ncia, comprimento e velocidade de uma onda que &amp;eacute;:&#13;
f= v/&amp;lambda;&#13;
Atrav&amp;eacute;s dessa equa&amp;ccedil;&amp;atilde;o podemos calcular a freq&amp;uuml;&amp;ecirc;ncia de cada cor como, por exemplo, as freq&amp;uuml;&amp;ecirc;ncias das cores vermelho e violeta, as quais s&amp;atilde;o, respectivamente: 4,6 x 1014 hertz 6,7 x 1014 hertz. Como freq&amp;uuml;&amp;ecirc;ncia e comprimento de onda s&amp;atilde;o grandezas inversamente proporcionais, fica evidente que a cor violeta que tem a maior freq&amp;uuml;&amp;ecirc;ncia tem o menor comprimento de onda em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; cor vermelha que tem menor freq&amp;uuml;&amp;ecirc;ncia e, portanto, maior comprimento de onda. &#13;
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A experi&amp;ecirc;ncia comprova que a cor de um feixe de lu[...]</description>
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      <title>Água de lastro e suas ameaças em potencial</title>
      <link>http://www.brasilescola.com/biologia/sgua-lastro-suas-ameacas-potencial.htm</link>
      <pubDate>2009-01-05 13:30:44</pubDate>
      <description>&#13;
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O Brasil movimenta aproximadamente 80 milh&amp;otilde;es de toneladas de &amp;aacute;gua de lastro, anualmente.&#13;
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Para que os navios cargueiros naveguem em seguran&amp;ccedil;a quando est&amp;atilde;o sem ou com pouca carga, e para que mantenham suas h&amp;eacute;lices propulsoras submersas, &amp;eacute; utilizado um peso l&amp;iacute;quido em tanques localizados nos por&amp;otilde;es destes &amp;ndash; a &amp;aacute;gua de lastro. Ela garante a estabilidade do ve&amp;iacute;culo, evitando danos, inclusive impedindo que o navio parta ao meio ou mesmo naufrague em casos de tempestades. &#13;
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A &amp;aacute;gua de lastro &amp;eacute; coletada em portos e estu&amp;aacute;rios de forma inversamente proporcional &amp;agrave; quantidade de carga, ou seja: quanto menos carga, mais &amp;aacute;gua de lastro! Assim, ao ser descarregado, o navio enche seus por&amp;otilde;es com a &amp;aacute;gua do litoral onde se encontra e, ao serem estocadas novas mercadorias, esta &amp;aacute;gua &amp;eacute; despejada.&#13;
&#13;
Assim, a &amp;aacute;gua de lastro pode causar problemas ambient[...]</description>
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      <guid>11043</guid>
      <title>O brilho do vaga-lume</title>
      <link>http://www.brasilescola.com/curiosidades/o-brilho-vagalume.htm</link>
      <pubDate>2009-01-05 13:25:20</pubDate>
      <description>&#13;
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Os vaga-lumes s&amp;atilde;o insetos da ordem Coleoptera e podem ser da Fam&amp;iacute;lia Elateridae, &#13;
Fengodidae ou Lampyridae, sendo esta &amp;uacute;ltima a mais representativa em nosso pa&amp;iacute;s.&#13;
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Porque o vaga-lume &amp;ldquo;pisca&amp;rdquo;?&#13;
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Este fen&amp;ocirc;meno, chamado bioluminesc&amp;ecirc;ncia, que consiste na produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de luz por meio de rea&amp;ccedil;&amp;otilde;es qu&amp;iacute;micas oriundas do pr&amp;oacute;prio animal, auxilia os vaga-lumes em algumas intera&amp;ccedil;&amp;otilde;es interespec&amp;iacute;ficas (entre uma esp&amp;eacute;cie de vaga-lume e outras esp&amp;eacute;cies) e intra-espec&amp;iacute;ficas (entre indiv&amp;iacute;duos da mesma esp&amp;eacute;cie).&#13;
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De uma forma geral, tanto os machos quanto as f&amp;ecirc;meas t&amp;ecirc;m condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de emitir luz. Esta capacidade, entretanto, pode variar quanto &amp;agrave; cor, intensidade, freq&amp;uuml;&amp;ecirc;ncia, etc, n&amp;atilde;o s&amp;oacute; de esp&amp;eacute;cie para esp&amp;eacute;cie, mas tamb&amp;eacute;m no que diz respeito &amp;agrave;s diferen&amp;ccedil;as exist[...]</description>
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